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dc.contributor.advisorOuriques, Erasmo Paulo Miliorini
dc.contributor.authorCarvalho, Henrique da Silva
dc.coverage.spatialPalhoçapt_BR
dc.date.accessioned2020-12-09T13:41:14Z
dc.date.available2020-12-09T13:41:14Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/10912
dc.description.abstractO Treinamento Resistido (TR) tem a sua prática muito difundida e muitos estudos têm buscado explorar os benefícios dessa prática. Dentre esses benefícios está o seu efeito sobre a Pressão Arterial (PA), sendo esse efeito muito estudado atualmente. No entanto, os exercícios aeróbicos têm esse efeito hipotensivo crônico bem elucidado e aceito, enquanto no treinamento resistido esse efeito ainda é bastante discutido na comunidade científica, sendo essas evidências ainda conflitantes. A partir disso, o objetivo deste estudo foi verificar na literatura, através de revisão sistemática, qual o efeito crônico do treinamento resistido sobre a pressão arterial. Foi realizada uma revisão sistemática de ensaios clínicos controlados randomizados. A busca dos artigos foi realizada nas bases de dados SciELO, PubMed e Biblioteca Virtual da Saúde. Foram selecionados apenas artigos publicados a partir de 2015, que tenham feito avaliação da pressão arterial antes e após um período de treinamento resistido, com a presença de um grupo controle. Nos 18 estudos selecionados, 551 participantes foram identificados, incluindo idosos, obesos, hipertensos, diabéticos, indivíduos com síndrome metabólica e indivíduos saudáveis, com idade média variando entre 15,4 e 87,7 anos. A maioria dos estudos selecionados realizou, como intervenção de treinamento resistido, uma composição de exercícios dinâmicos tradicionais para membros inferiores e superiores, com duração de 12 semanas e frequência de 3 vezes por semana. O volume de treinamento apresentado nos estudos variou entre 1 e 5 séries de 3 a 20 repetições por exercício. A intensidade foi apresentada em percentual de uma repetição máxima, percentual de 10 repetições máximas, repetições máximas e percepção subjetiva de esforço. O intervalo de descanso entre os exercícios variou entre 30 e 180 segundos. Para os grupos experimentais, a média das pressões arteriais sistólicas e diastólicas reduziu 5,47 e 3,18 mmHg após o período de intervenção, respectivamente. De acordo com os resultados desta revisão, o TR sozinho é mais efetivo em reduzir a PA de repouso do que o não treinamento, principalmente pressão arterial sistólica; com maior redução em pré-hipertensos, hipertensos e idosos. Sendo assim, o TR pode ser um método eficaz, seguro e simples de prevenção e tratamento da hipertensão arterial sistêmica.pt_BR
dc.format.extent26 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofEducação Física Bacharelado - Pedra Brancapt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectPressão arterialpt_BR
dc.subjectRevisão sistemáticapt_BR
dc.subjectTreinamento resistidopt_BR
dc.titleEfeito crônico do treinamento resistido sobre a pressão arterial: uma revisão sistemática de ensaios clínicos controlados randomizadospt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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