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dc.contributor.advisorViecili, Juliane
dc.contributor.authorZeferino, João Marcos Mazzini
dc.coverage.spatialFlorianópolispt_BR
dc.date.accessioned2020-12-14T13:53:05Z
dc.date.available2020-12-14T13:53:05Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/11165
dc.description.abstractA psicoterapia on-line proporcionou que, durante a quarentena da COVID-19, a população não ficasse restringida de acesso aos recursos de promoção em saúde mental. Nesse contexto, a presente pesquisa, classificada como descritiva, objetivou avaliar as decorrências da ausência do encontro presencial na psicoterapia mediada pelas TICs, percebidas por psicólogos e psicólogas clínicos durante a pandemia da COVID-19. Participaram da pesquisa 111 profissionais de 16 diferentes estados do Brasil, que responderam a um questionário em formulário eletrônico. Verificou-se que 54,1% dos participantes não havia atendido on-line antes da quarentena. Os dados coletados nas questões fechadas foram tratados por meio de estatística descritiva, em planilhas eletrônicas, e os dados das questões abertas foram tratados no software Iramuteq. O contato físico direto com o paciente possui uma função relevante para a maioria dos profissionais, pois 66,7% considerou ser desvantajosa sua impossibilidade pela internet. A principal vantagem mencionada, na psicoterapia on-line, foi o atendimento ao paciente estando fora da cidade, e a principal desvantagem foi sobre a privacidade que os pacientes dispõem durante as sessões. Dentre os casos impeditivos para se atender remotamente, os relacionados a suicídio foram os mais comentados. Sobre vínculo terapêutico, considerando a ausência do encontro presencial, a maioria dos profissionais não percebeu alteração nas questões sobre confiança no processo, percepção de respeito, concordância do paciente com o tratamento proposto e sobre a empatia. Em relação aos novos pacientes atendidos apenas on-line, 50,9% não percebeu diferença no tempo para o desenvolvimento do vínculo, e sobre os pacientes que já eram atendidos presencialmente, 73,8% consideram que a manutenção do vínculo foi possível sem que houvesse esforço para a adaptação. Com relação aos procedimentos de intervenção a maioria não percebeu alteração nas questões sobre o conforto na condução da sessão, controle dos processos, engajamento do paciente, desinibição do paciente, expressão de emoções pelo paciente e no levantamento de hipóteses diagnósticas. Sobre comunicação, a maioria não percebeu alteração quanto a sua forma de se expressar, à comunicação verbal, à escuta e à compreensão da queixa, bem como na compreensão por parte do paciente. No entanto, sobre a comunicação visual, 55,9% consideraram que fica prejudicada. Em relação aos resultados do tratamento a maioria dos participantes não percebeu alteração no alcance e no tempo para os resultados, ou no abandono do tratamento.pt_BR
dc.format.extent37 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPsicologia - Florianópolispt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectPsicoterapia on-linept_BR
dc.subjectPsicoterapia mediada por TICspt_BR
dc.subjectContato físico na psicoterapiapt_BR
dc.titleDecorrências da ausência de encontro presencial na psicoterapia mediada por TICs, durante a pandemia da Covid-19, percebidas por psicólogas e psicólogos clínicospt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


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