Show simple item record

dc.contributor.advisorViecili, Juliane
dc.contributor.authorSilva, Bárbara da Silva e
dc.coverage.spatialFlorianópolispt_BR
dc.date.accessioned2020-12-15T01:42:47Z
dc.date.available2020-12-15T01:42:47Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/11244
dc.description.abstractMicroagressões são definidas como interações onde ocorrem injúrias breves e clichês, que podem ser verbais, comportamentais ou ambientais; de forma intencional ou não; que comunicam hostilidade, depreciação ou desrespeito contra membros de um grupo oprimido, sendo geralmente percebidos como agressões apenas pelas vítimas. Pessoas trans sofrem violências frequentemente e enfrentam preconceito e discriminação em diversos contextos, entre eles nos ambientes de trabalho. O conhecimento científico produzido pela Análise do Comportamento é apropriado para a compreensão dos fenômenos envolvidos no comportamento de microagressão. Nesse sentido, esta pesquisa teve como objetivo caracterizar as classes de comportamentos que compõe o processo comportamental de microagredir pessoas trans em ambientes de trabalho, a partir da percepção das pessoas trans. Foram entrevistadas cinco mulheres trans e uma pessoa trans não-binária, afim de coletar dados sobre classes de estímulos antecedentes, classes de respostas e classes de estímulos consequentes de episódios de microagressões que as participantes tenham sofrido. A partir das transcrições das entrevistas foi realizada a organização, tratamento e análise de dados a partir de categorias que possibilitaram a identificação de classes de comportamento e as contingências de reforçamento envolvidas. Foi identificado um caso de uso de terminologia incorreta ou transfóbica, um caso de ameaça física ou assédio, dois casos de endosso da cultura normativa e binária de comportamentos de gênero e dois casos de desaprovação da experiência trans como formas de microagressão. Em todos os seis casos analisados, uma das consequências da microagressão foi o silenciamento da vítima naquela situação, indicando uma contingência de reforço negativo do comportamento do agressor. Nos casos em que a vítima buscou confrontar o agressor posteriormente, esse confronto surtiu pouco efeito na frequência de emissão do comportamento de microagredir do agressor, indicando uma tendência de contingência de extinção do comportamento da vítima de confrontar o agressor. Não foi possível identificar outros estímulos antecedentes além da presença da vítima que possam ter servido como estímulo discriminativo para a emissão da resposta de microagredir do agressor. Cinco das seis participantes perceberam, em maior ou menor grau, que o comportamento de microagredir está ligado a práticas culturais machistas e transfóbicas. Vale destacar a necessidade de maior produção de conhecimento sobre o comportamento de microagredir sob a ótica da Análise do Comportamento.pt_BR
dc.format.extent32 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPsicologia - Florianópolispt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectMicroagressõespt_BR
dc.subjectPessoas transpt_BR
dc.subjectAnálise do Comportamentopt_BR
dc.titleCaracterísticas do comportamento de microagressão contra pessoas trans em ambientes de trabalho, a partir da percepção das pessoas transpt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


Files in this item

Thumbnail
Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
Except where otherwise noted, this item's license is described as Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil

Mantido pela
Unisul
Plataforma
DSpace
Desenvolvido por
Digital Libraries
Licenciamento
Creative Commons