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dc.contributor.advisorBartilotti, Carolina Bunn
dc.contributor.authorSantos, Camila Maria dos
dc.coverage.spatialPalhoça/SCpt_BR
dc.date.accessioned2020-12-15T02:12:57Z
dc.date.available2020-12-15T02:12:57Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/11274
dc.description.abstractA identidade feminina vinculada à maternidade vem se constituindo através da História e do discurso religioso cristão, determinando que a mulher só se realiza ao se tornar mãe. Com o aumento no número de adeptos ao cristianismo no Brasil nas últimas décadas, esta pesquisa objetivou identificar e comparar a representação social de cristãos praticantes, não praticantes, não cristãos e ateus, acerca de mulheres que optam por não exercer a maternidade. Este estudo foi realizado através de uma pesquisa quantitativa, exploratória e, o levantamento de dados foi por meio de um questionário via plataforma Online Pesquisa (www.onlinepesquisa.com) composto por 33 perguntas, com opções de respostas disponibilizadas em uma escala de 1 a 5, sendo 1 para “concordo plenamente” e 5 para “discordo totalmente” da afirmativa. As informações coletadas foram relacionadas à teoria correspondente por meio de uma análise descritiva. O estudo contou com 350 participantes, entre mulheres (75.1%) e homens (24.9%) maiores de 18 anos residentes no país. Os dados foram expressos em uma tabela comparativa entre os grupos de cristãos (praticantes ou não), não cristãos, ateus, mulheres e homens com as médias de respostas acerca das afirmações relacionadas à maternidade. Em geral, segundo alguns resultados os pesquisados apontaram discordância acerca de a mulher ser valorizada socialmente através da maternidade e da responsabilidade da gravidez ser apenas da mulher. Quanto à felicidade de uma mulher sem filhos, os resultados indicaram concordância, já sobre a maternidade como o melhor acontecimento da vida de uma mulher e sobre a importância da gravidez, os dados assinalaram que os pesquisados não concordam, nem discordam. Em relação à inexistência do desejo da maternidade, os resultados retrataram que os pesquisados concordam com a ideia e discordam em considerar egoísta a mulher que não possui esse desejo. Sobre a mulher optar pela profissão em detrimento da maternidade, os resultados marcaram através dos pesquisados concordância acerca da afirmativa e discordância sobre a mulher só se realizar através da maternidade. Resultados distintos se apresentaram por meio de devotos da Renovação Carismática Católica (RCC) e Protestantismo. A maternidade de acordo com princípios cristãos se apresenta como algo inatingível às mulheres nos dias atuais, de modo que transformações surgiram em meio à modernidade.pt_BR
dc.format.extent20 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPsicologia - Pedra Brancapt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectnão maternidadept_BR
dc.subjectmulher e cristianismopt_BR
dc.titleUm estudo sobre a percepção de cristãos praticantes, não praticantes, não cristãos e ateus acerca de mulheres que optam por não exercer a maternidadept_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


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