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dc.contributor.advisorRocha, Luciano Daudt
dc.contributor.authorDeggau, André Borchardt
dc.coverage.spatialFlorianópolispt_BR
dc.date.accessioned2021-03-08T13:52:47Z
dc.date.available2021-03-08T13:52:47Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/12351
dc.description.abstractNos anos 1960 e 1970, o Brasil teve diversas mudanças em sua política externa que geraram um novo paradigma, o Universalismo, que se desenvolveu apesar de repetidas crises e rupturas na política interna. Esta nova política tinha como objetivo o aumento da independência do Brasil no cenário mundial dentro de um complexo contexto de Guerra Fria, bem como ajudar no desenvolvimento econômico do país. Este trabalho analisará a política externa do Brasil nesse período, a fim de encontrar os cinco pontos constitutivos desse Universalismo: Autonomia, Autodeterminação, Desenvolvimento, Desarmamento e Presença Global. Através da análise de documentos e da literatura, a pesquisa demonstra que a busca desses objetivos foi uma política de Estado no período analisado, embora a maioria dos pontos tenha oscilado em importância ao longo do tempo.pt_BR
dc.format.extent66pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofRelações Internacionais  - Florianópolispt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectPolítica Externa do Brasil, Guerra Fria, Universalismopt_BR
dc.titleO BRASIL E A GUERRA FRIA: A BUSCA POR AUTONOMIA E A CRIAÇÃO DO UNIVERSALISMOpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


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