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dc.contributor.advisorSchütz, Elinai dos Santos Freitaspt_BR
dc.contributor.authorBrose, Douglaspt_BR
dc.date.accessioned2016-11-30T15:01:54Z
dc.date.available2016-11-30T15:01:54Z
dc.date.issued2010
dc.identifier800pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/1298
dc.description.abstractO karatê é uma arte com fins de auto defesa. Adaptado para o mundo esportivo, requer golpes precisamente controlados antes do contato. O campeonato mundial de karatê é realizado a cada dois anos, sendo que a cidade de Tóquio em 1970, sediou a primeira edição. Foi incluído pelo Comitê Olímpico Internacional no circuito olímpico sul americano e pan americano. A entidade responsável pelo karatê no mundo é a WKF, com mais de 180 países filiados. A modalidade vem mudando suas regras, a fim de ser incluída nos jogos olímpicos mundiais.Muitas seleções rincipalmente as europeias, têm seu treinamento prescrito baseado em estudos científicos. A seleção brasileira de karatê, passou por um planejamento deste tipo nos anos de 2006 e 2007, visando o Pan Rio 2007, onde obteve sua melhor participação. Esse trabalho foi interrompido e em setembro de 2009, foi apresentado o projeto da seleção brasileira de karatê permanente, cujo objetivo é destacar cada vez mais o Brasil no cenário esportivo mundial, através da periodização do treinamento dos atletas a longo prazo com o apoio de uma equipe multidisciplinar. Este estudo visa investigar como era realizado a preparação dos atletas da seleção brasileira, antes da criação da equipe permanente e se a criação da mesma alterou a forma de treinamento deste, nos aspectos técnicos, físicos, táticos,nutricionais e psicológicos. Além disso, busca-se os profissionais da equipe identificaram estas mudanças. Para isso foi feito um estudo de caso, através da aplicação de questionários. Os dados coletado foram analisados no formato qualiquanti. Identificou-se em ambos os sexos, um tempo médio de atuação na seleção brasileira. A maioria dos atletas possui um treinando específico de karatê, sendo que a maioria destes, não são graduados em Educação Física. Verificou-se também que mais da metade dos atletas não sabem como varia o volume e intensidade do seu treinamento e que metade nunca teve o mesmo periodizado antes da criação do projeto. Identificou-se ainda, que a frequência de treinamentos técnicos era alta ao passo que os aeróbicos e musculares era baixa. Mesmo com a nova proposta, a maioria dos atletas não notou alteração no seu treinamento, seja na parte técnica, física, aeróbica, nutricional e psicológica. Essa opinião é compartilhada pela maioria dos membros da equipe multidisciplinar que apontara os poucos encontros como o principal obstáculo. Como o planejamento do treinamento da seleção esta no seu primeiro ano de desenvolvimento, novos estudos foram sugeridos para o final do ciclo que será em 2012pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofEducação Física Bacharelado - Pedra Branca
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectKaratê - Treinamentopt_BR
dc.subjectAtletaspt_BR
dc.titleSeleção brasileira de karatê permanentept_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.isReferencedByMonografia (Curso de Graduação em Educação Fisíca)pt_BR
dc.hasPart101760_Douglas.pdfpt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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