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dc.contributor.advisorBelmonte, Luiz Augusto Oliveirapt_BR
dc.contributor.authorNavegantes, Ligismara da Luzpt_BR
dc.contributor.authorSantos, Suély dospt_BR
dc.date.accessioned2016-11-30T15:03:24Z
dc.date.available2016-11-30T15:03:24Z
dc.date.issued2011
dc.identifier1005pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/1453
dc.description.abstractIntrodução: A SFP é uma disfunção comum na população em geral, sejam atletas ou não atletas, e ocorre principalmente quando há envolvimento de movimentos repetitivos e sobrecarga nos membros inferiores. Essa patologia tem seu desenvolvimento de forma multifatorial, dentre eles podemos citar o aumento do ângulo Q do quadríceps, déficit de flexibilidade do músculos isquiotibiais, fraqueza ou atrofia do músculo vasto medial oblíquo, insuficiência do músculo vasto medial, e desequilíbrio entre os músculos vasto medial e vasto lateral. Sendo assim, o presente estudo teve como objetivo, analisar as diferenças morfofuncionais e eletromiográficas entre mulheres com síndrome femoropatelar e hígidas. Materiais e métodos: A amostra consistiu em 20 mulheres, com idades compreendida entre 18 e 25 anos, divididas em dois grupos, G(SFP) - 10 mulheres portadoras de SFP, e G(H) - 10 mulheres hígidas. As mulheres passaram por uma seleção através de uma ficha de triagem, e a partir disso foram iniciados o exame físico - composto por mensuração do ângulo Q, amplitude de extensão da perna e verificação do reflexo patelar- e a coleta dos dados eletromiográficos do músculos VM e VL no plano horizontal e aclive. Toda coleta foi realizada na Universidade do Sul de Santa Catarina - UNISUL. Resultados: Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos G(SFP) e G(H) nas medidas de ângulo Q, amplitude de extensão da perna e apresentação do reflexo patelar. Quanto a avaliação da atividade eletromiográfica dos músculos VM e VL no plano horizontal e aclive, foi encontrada apenas diferença estatisticamente significativa na atuação do músculo VM no aclive em comparação ao plano horizontal. Conclusão: São necessários mais estudos relacionados a SFP, principalmente utilizando a cinemetria, a fim de verificar a atividade eletromiográfica dos músculos VM e VL nas diferentes angulações das fases da marcha e em diferentes atividades funcionaispt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofFisioterapia - Pedra Branca
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFisioterapiapt_BR
dc.subjectEletromiografiapt_BR
dc.subjectMulheres - doençaspt_BR
dc.titleDiferenças morfofuncionais e eletromiográficas entre mulheres com Síndrome Femoropatelar e Hígidaspt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.isReferencedByMonografia (Curso de Fisioterapia).pt_BR
dc.hasPart104364_Suely.pdfpt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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