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dc.contributor.advisorMaliska, Maurício Eugêniopt_BR
dc.contributor.authorTeixeira, Rosana Vanessa Beltrão de Vargaspt_BR
dc.date.accessioned2016-11-30T15:03:39Z
dc.date.available2016-11-30T15:03:39Z
dc.date.issued2009
dc.identifier604pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/1477
dc.description.abstractA Organização Mundial da Saúde estima que 80% das doenças em 2020 terão origem em problemas crônicos nos países em desenvolvimento. Considerando ainda o entendimento de que se há um familiar adoecido, a família como um todo também adoece, esta pesquisa se propõe a investigar as mudanças ocorridas nas relações familiares em decorrência do processo de adoecimento do paciente crônico. A fim de alcançar este objetivo caracterizou-se o contexto familiar anterior à comunicação do diagnóstico de doença crônica; identificaram-se as facilidades e dificuldades da família frente ao processo de adoecimento do paciente crônico; e, caracterizou-se o contexto familiar posterior à comunicação do diagnóstico de doença crônica. Para fundamentar tal pesquisa, apresentam-se os aspectos históricos e conceituais sobre o processo saúde-doença; o conceito e os tipos de doença crônica; e a família frente o processo de adoecimento crônico. A pesquisa caracteriza-se em abordagem qualitativa, nível exploratório e delineamento de estudo de campo. A população da pesquisa são familiares de pacientes diagnosticados com doenças crônicas e a amostra constituiu em quatro familiares de pacientes com doença crônica que estavam hospitalizados em um Hospital Geral de Florianópolis/SC. Utilizou-se como instrumento de coleta de dados entrevista semi-estruturada com roteiro de 17 perguntas. As entrevistas, todas autorizadas pelos participantes, foram gravadas e transcritas integralmente para serem analisadas. Os dados foram tratados a partir da Análise de Conteúdo e analisados empregando a técnica de Análise Temática para o estabelecimento de categorias a posteriori. Relativo ao contexto familiar anterior ao adoecimento crônico analisou-se que os familiares, em sua maioria, eram próximos do paciente, que se reuniam em datas comemorativas, e que neste período realizavam atividades de lazer e diziam-se felizes. Identificou-se maior número de dificuldades que facilidades nos conteúdos expressos pelos participantes, sendo apontada como a maior dificuldade a distância de casa e como única facilidade a assistência médica. Referente ao contexto familiar posterior à doença crônica, identificaram-se mudanças nas relações familiares no que tange as seguintes temáticas: perda do lazer, trabalho, relação como paciente, cuidados, preocupação, desestruturação e sofrimento. Com as temáticas elaboradas, a partir dos conteúdos expressos pelos participantes, foram verificadas mudanças em diversos aspectos nas relações familiares.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPsicologia - Pedra Branca
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.subjectFamíliapt_BR
dc.subjectDoentes - Psicologiapt_BR
dc.subjectDoenças crônicaspt_BR
dc.subjectDoenças Aspectos psicológicospt_BR
dc.titleAs mudanças nas relações familiares em decorrência do processo de adoecimento do paciente crônicopt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.isReferencedByMonografia (Curso de Graduação em Psicologia)pt_BR
dc.hasPart100450_Rosana.pdfpt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


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