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dc.contributor.advisorSilva, Fabiana Martins dapt_BR
dc.contributor.authorSilva, Fabiana Martins dapt_BR
dc.date.accessioned2016-11-30T15:03:42Z
dc.date.available2016-11-30T15:03:42Z
dc.date.issued2010
dc.identifier698pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/1497
dc.description.abstractA escassa discussão acerca da estrutura perversa nos dias atuais requer estudos que disponibilizam novos paradigmas e formas de avaliar a clínica da perversão na escuta psicanalítica. Neste sentido, a presente pesquisa veicula o proposto tema - perversão - no intuito de contribuir com percepções de psicanalistas em atividade clínica, acerca das possibilidades de construção do sintoma e do estabelecimento da transferência em atendimento clínico para sujeitos de estrutura perversa. Este estudo foi classificado como pesquisa exploratória, de natureza qualitativa, adotou-se o delineamento estudo de campo e a entrevista utilizada foi a semi-estruturada como instrumento de coleta de dados. Desta forma, para alcançar o objetivo proposto foram entrevistados quatro psicanalistas, dois homens e duas mulheres, com mais de vinte anos de experiência clínica. Objetivou-se coletar esses dados para que posteriormente fosse realizada a categorização e análise de conteúdo dos mesmos à luz do referencial teórico indicado. A partir da análise foi possível verificar que as possibilidades de um sujeito de estrutura perversa procurar atendimento psicanalítico são demasiadamente pequenas e quase sempre motivadas por interesses que não dizem respeito a queixas ou sofrimentos psíquicos, mas dizem respeito a certo gozo perverso. O sujeito da estrutura em questão não se coloca em falta nem em sofrimento e quando se articula com a falta é através de seus núcleos neuróticos, logo não estabelece a transferência, pois o mesmo não coloca o analista no lugar de sujeito-suposto-saber, o que é uma pré-condição à análise. Desta forma, não formulará uma questão sintomática devido a essas características de renegação da lei e que estão, diretamente, vinculadas à negação da falta no sujeito, das passagens ao ato - ao contrário do que se passa na neurose, pois ela é o negativo da perversão - e os supostos núcleos neuróticos existentes no sujeito perverso é que possibilitam a construção do sintomapt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPsicologia - Pedra Branca
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPsicanalistaspt_BR
dc.subjectPsiquiatriapt_BR
dc.subjectPerversão sexualpt_BR
dc.titleA percepção de psicanalistas frente às possibilidades de atendimento clínico psicanalítico em sujeitos com perversãopt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.isReferencedByMonografia (Curso de Graduação em Psicologia)pt_BR
dc.hasPart101117_Fabiana.pdfpt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


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