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dc.contributor.advisorNascimento, Deise Maria dopt_BR
dc.contributor.authorMendonça, Patricia Lima dept_BR
dc.date.accessioned2016-11-30T15:03:47Z
dc.date.available2016-11-30T15:03:47Z
dc.date.issued2011
dc.identifier983pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/1523
dc.description.abstractEm meio às mudanças nas configurações familiares às quais ramificam do modelo patriarcal e vem atravessando divórcios e recasamentos, findam por colocar aos genitores à demanda de seus interesses, muitas vezes abarcando disputas pessoais intermináveis. Tais conflitos incluem consequências aos filhos, quase sempre envolvidos nessas disputas. Nesse contexto emerge no campo jurídico o imperativo de se responsabilizar os pais que se afastam de seus filhos, privando-os de sua companhia e de seu afeto. Recentemente o debate em torno do abandono afetivo e suas conseqüências psicológicas e jurídicas tem ocupado a cena no âmbito do Direito. Deste ponto parte nosso interesse e a pergunta emerge: Cisões pelas quais os filhos passam por meio da separação dos pais lhes trazem danos irreparáveis? O que diz a Psicologia sobre o conceito de abandono afetivo? Este trabalho de conclusão de curso refere-se ao abandono de crianças e adolescentes após o descasamento dos pais, apontando as possíveis causas e consequências do ato de abandonar. O objetivo geral da pesquisa foi compreender como o conceito do abandono afetivo é abordado na produção científica da psicologia, de acordo com publicações presentes em banco de dados postadas nos últimos cinco anos, e identificar a problematização desenvolvida nestas produções sobre a judicialização nas relações familiares. Foi utilizada como método a pesquisa bibliográfica, para a coleta de dados foi realizado um levantamento de artigos específicos da área da Psicologia, na base de dados PePSIC (Periódicos Eletrônicos em Psicologia). Foram selecionados doze artigos, os quais propõem uma discussão acerca do tema desta pesquisa. Os dados foram analisados primeiramente por categorias, relacionando-os ao referencial teórico e posteriormente construiu-se as conclusões. Ao final deste processo constatou-se a importância do holding durante a primeira infância do bebê e ao longo de sua formação, que o abandono parental resulta em sofrimento psíquico imediato e a longo prazo, implicando em danos psicológicos e jurídicos, conforme depoimentos registrados nos artigos analisados e em toda a literatura referencialpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPsicologia - Pedra Branca
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAfeto (Psicologia)pt_BR
dc.subjectPais e filhos - Aspectos psicológicospt_BR
dc.titleAbandono afetivopt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.isReferencedByMonografia (Curso de Psicologia).pt_BR
dc.hasPart104107_Patricia.pdfpt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


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