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dc.contributor.advisorLopes, Ana Maria Pereirapt_BR
dc.contributor.authorPeres, Girlane Mayarapt_BR
dc.date.accessioned2016-11-30T15:03:50Z
dc.date.available2016-11-30T15:03:50Z
dc.date.issued2011
dc.identifier999pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/1539
dc.description.abstractA história do hospital caracteriza-se por uma centralidade corporal e orgânica das pessoas, não sendo encontrado neste espaço um projeto de consideração da subjetividade. Nesse processo, os familiares acompanhantes se fazem presentes, e ainda que esteja vigente uma Política Nacional de Humanização (PNH) no país, suas necessidades biológicas e psicológicas, não são alvo de consideração pelo hospital, sendo necessárias por parte destes a intensificação de estratégias para enfrentar sua permanência no Hospital . Assim, esse trabalho tem como objetivo geral caracterizar as estratégias psicossociais utilizadas por familiares no acompanhamento aos pacientes internados no Hospital Geral. Buscou-se, também, identificar o cotidiano dos acompanhantes, as formas de convivência com o sofrimento da pessoa internada, as atividades dos acompanhantes que propiciem bem-estar ao paciente e as condições físicas disponibilizadas pelo Hospital Geral. Foi realizada uma pesquisa de natureza qualitativa, do tipo descritiva e exploratória, com entrevista semiestruturada com seis familiares acompanhantes de um Hospital Geral e, para a análise dos dados, utilizou-se a análise de conteúdo. Os resultados indicam que algumas pessoas são predispostas no seu sistema familiar a serem acompanhantes, e são definidas por corresponder ao padrão de funcionamento familiar. Em relação às estratégias psicossociais pelos acompanhantes, algumas ocorrem pela realização de atividades ocupacionais. As motivações que levam às escolhas dessas atividades são singulares a cada um, no entanto, o ambiente hospitalar limita as escolhas e possibilidades. Percebeu-se que as atividades que os familiares fazem para com o paciente estão relacionadas à atenção física, emocional e de prevenção de danos. Destaca-se a importância do acompanhante no hospital, que pode qualificar e dar suporte a permanência do paciente nesse espaço e auxiliar no enfrentamento de dificuldades. Todavia, ações convergentes à PNH no hospital, a partir dos entrevistados, ocorre de forma paulatina. Isso pode ocorrer devido à necessidade de mudar a cultura hospitalar e propor uma nova forma de se fazer a gestão do hospital enquanto um serviço de saúde encaminhado pela perspectiva biopsicossocialpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPsicologia - Pedra Branca
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPsicologia aplicadapt_BR
dc.subjectHospitais - Aspectos psicológicospt_BR
dc.titleEstratégias psicossociais utilizadas por familiares no acompanhamento de pacientes internados em hospital geralpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.isReferencedByMonografia (Curso de Psicologia).pt_BR
dc.hasPart104134_Girlane.pdfpt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


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