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dc.contributor.advisorPretto, Zuleicapt_BR
dc.contributor.authorRocha, Maria Claudiapt_BR
dc.date.accessioned2016-11-30T15:03:51Z
dc.date.available2016-11-30T15:03:51Z
dc.date.issued2012
dc.identifier1118pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/1549
dc.description.abstractA doença celíaca é um tema ainda pouco conhecido, visto que, há aproximadamente vinte anos atrás, quase não circulavam informações sobre ela no país. Com os avanços tecnológicos e científicos tornou-se possível sua identificação através de exames atualmente disponíveis. As pessoas com essa doença são obrigadas a realizar uma alimentação totalmente isenta de glúten por toda a vida, a fim de suprimir os danos causados à sua saúde e consequentemente obter melhor qualidade de vida. O objetivo geral deste estudo foi ¿caracterizar as implicações da dieta sem glúten nas relações sociais de adolescentes com doença celíaca¿. Para isso, foram selecionados dez adolescentes com idade entre doze e vinte anos, diagnosticados com doença celíaca há pelo menos um ano, que realizam a dieta isenta de glúten, residentes da Região Metropolitana de Florianópolis/ SC. Eles foram acessados por indicações da rede social da pesquisadora e através do cadastro na Associação dos Celíacos de Santa Catarina ACELBRA-SC. Os dados foram coletados por meio de um questionário semi-estruturado elaborado pela pesquisadora com perguntas abertas e fechadas. O questionário objetivou identificar a compreensão dos participantes sobre o conhecimento a respeito da doença celíaca, as dificuldades decorrentes desta em contextos sociais, as atitudes utilizadas para lidar com as restrições alimentares nestes contextos, a percepção dos participantes a respeito de si e a respeito dos outros em relação a ele. Metodologicamente, este trabalho se caracteriza por sua natureza qualitativa e por um estudo de multicasos em nível exploratório. Quanto aos resultados, foi identificado que os adolescentes apresentam um conhecimento ainda muito superficial sobre a doença celíaca. Em relação às dificuldades decorrentes da doença, a maior parte dos participantes indicou a realização da dieta devido à pequena oferta de alimentos sem glúten e à pequena quantidade de locais que os disponibilizam, bem como assinalaram a dificuldades decorrentes das situações ou ambientes sociais. A fim de lidar com a restrição alimentar, foi constatado que a maioria dos participantes utiliza como estratégia levar o seu lanche ao local de estudos e alguns a eventos e ambientes sociais. De modo geral, os adolescentes relataram perceber-se como pessoas normais, iguais às demais. A respeito de como eles acreditam que as pessoas os percebem, foi identificado que sua condição é percebida como ¿frescura¿. Foram citadas também algumas diferenças encontradas entre eles e outros celíacos. Sendo assim, conclui-se que a falta de informação sobre a doença celíaca em sua totalidade, tanto pela sociedade quanto pelos próprios celíacos, é considerado um agente promotor de dificuldades nas relações sociais das pessoas com doença celíacapt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPsicologia - Pedra Branca
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRelações humanas - Aspectos psicológicospt_BR
dc.subjectAdolescentes - Aspectos psicológicospt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.subjectDoença celíacapt_BR
dc.titleImplicações da dieta sem glúten nas relações sociais de adolescentes com doença cilíacapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.isReferencedByMonografia (Curso de Graduação em Psicologia).pt_BR
dc.hasPart105486_Maria.pdfpt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


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