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dc.contributor.advisorOltramari, Leandro Castropt_BR
dc.contributor.authorCorreia, Valdir Rosapt_BR
dc.date.accessioned2016-11-30T15:03:56Z
dc.date.available2016-11-30T15:03:56Z
dc.date.issued2009
dc.identifier474pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/1592
dc.description.abstractA mediação é uma prática não adversarial importante à nossa sociedade, facilitando a resolução de conflitos familiares, especialmente aqueles que surgem na separação de casais, dentre eles o da guarda dos filhos. Este trabalho teve por finalidade investigar as representações sociais dos mediadores advogados e mediadores psicólogos, acerca da escuta das crianças na mediação familiar, no processo de separação dos pais. Esta pesquisa foi classificada como exploratória de natureza qualitativa e o delineamento estudo de campo. Entre os dez mediadores participantes da pesquisa, nove atuam ou já atuaram no Serviço de Mediação Familiar nos Fóruns da região da Grande Florianópolis. O instrumento de coleta de dados utilizado foi uma entrevista com roteiro semi-estruturada com perguntas básicas norteadoras da pesquisa de tal forma a possibilitar ao participante a manifestação de seu pensamento e da sua prática. Os dados coletados com base nas falas dos entrevistados foram submetidos à análise de conteúdo por meio da categorização a posteriori. Os entrevistados entendem que a escuta da criança na mediação familiar raramente ocorre e quando ocontece é por iniciativa do mediador e não por uma política institucional; as categorias com maiores freqüências referentes aos procedimentos dos mediadores na escuta das crianças foram a necessidade de formação dos mediadores para escuta, ouvir as crianças separadas dos pais, o mediador precisa ter sensibilidade, responsabilidade do mediador com as crianças, explorar os sentimentos das crianças; quanto às atitudes dos mediadores diante da escuta da criança, as categorias que se destacaram foram a escuta da criança depende da característica de cada caso e favorável à escuta; e as categorias com maiores freqüências no que diz respeito à representação social da escuta da criança na mediação familiar foram a escuta como um auxílio na obtenção de mais informações/percepções sobre o caso para a instrumentalização técnica, a escuta como um auxílio a uma relação saudável entre pais e filhos, a escuta na mediação protege mais a criança, a criança é integrante da família, por isso deve ser ouvida, a escuta é benéfica em casos de guarda. Esses resultados demonstram a importância de explorar e de conhecer este tema para o desenvolvimento de práticas que possam ser aplicadas em programas de políticas públicas em benefício da sociedadept_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPsicologia - Pedra Branca
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMediação familiarpt_BR
dc.subjectCriançaspt_BR
dc.subjectSeparação (Psicologia)pt_BR
dc.subjectGuarda de menorespt_BR
dc.subjectRepresentação mentalpt_BR
dc.titleEscuta da criança na mediação familiarpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.isReferencedByMonografia (Curso de Graduação em Psicologia)pt_BR
dc.hasPart99684_Valdir.pdfpt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


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