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dc.contributor.advisorMacedo, Kátia Regina dept_BR
dc.contributor.authorSilveira, Bárbara Buzzi dapt_BR
dc.date.accessioned2016-11-30T15:04:27Z
dc.date.available2016-11-30T15:04:27Z
dc.date.issued2011
dc.identifier1015pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/1636
dc.description.abstractO presente trabalho tem como objetivo identificar os principais motivos pelos quais o Brasil não é autossuficiente na produção de trigo, tendo como ponto inicial de análise o mercado a partir da década de noventa. A metodologia utilizada foi a de pesquisa descritiva e exploratória, a fim de descrever as características deste fenômeno específico e, através da familiaridade com o tema, constituir hipóteses para explicá-lo. Para alcançar estes objetivos o método estrutural de pesquisa utilizado foi a pesquisa bibliográfica através de livros, periódicos, revistas e internet, sendo utilizada também a pesquisa documental através das informações fornecidas pelos órgãos do governo e instituições que cuidam da área específica da agricultura e comércio de trigo. Outro meio utilizado de cunho qualitativo foi a entrevista, realizada com um produtor do Rio Grande do Sul e outra entrevista realizada com uma empresa Argentina. Na revisão bibliográfica foram explorados tópicos como globalização dos fatores de produção, Brasil e o comércio exterior e também o mercado do trigo, que auxiliaram na contextualizaram do tema e sua importância. O estudo do tema mostrou a importância do trigo na alimentação do ser humano e, o impacto que o trigo traz para a inflação, por ser a principal matéria-prima de produtos que compõem a cesta básica. A análise da cadeia nacional e das importações destacou que após a desregulamentação do setor e criação do MERCOSUL, no começo de 1990, o Brasil passou a importar ao invés de produzir. Uma pequena alteração no cenário iniciou-se no ano 2000. Conforme dados analisados foi observado que no Brasil há uma grande variação de produção entre as safras, pois os agricultores alternam culturas facilmente, e, a qualidade dos cultivares produzidos nem sempre gera uma colheita boa, uma vez que o clima não é favorável para este cultivo no Brasil. Foi destacado também que o Brasil não tem capacidade de atingir autossuficiência nos próximos 10 a 20 anos, se as condições proporcionadas ao plantio do grão continuarem como estão, devendo manter sua classificação de importador a longo prazo e sujeitando-se às alterações de preços e disponibilidade do grão no mercado internacionalpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofRelações Internacionais  - Florianópolis
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRelações internacionaispt_BR
dc.subjectTrigo - Brasilpt_BR
dc.titleA dependência brasileira na importação de trigo entre 1990 e 2010pt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.isReferencedByMonografia (Curso de Relações Internacionais).pt_BR
dc.hasPart104383_Barbara.pdfpt_BR
dc.subject.areaCiências Humanaspt_BR


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