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dc.contributor.advisorLuz, Maria Leticia Pinto da
dc.contributor.authorSommer, Jaqueline Beatriz
dc.coverage.spatialPalhoçapt_BR
dc.date.accessioned2017-02-24T14:09:43Z
dc.date.available2017-02-24T14:09:43Z
dc.date.issued2016
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/1987
dc.description.abstractO presente estudo avaliouas capacidades de força e flexibilidade de idosas praticantes e não praticantes de exercícios físicos. A partir desta pesquisa, buscou-se trazer subsídios para os profissionais de educação física e para demais áreas da saúde referentes a prescrição de exercícios e avaliação física durante o envelhecimento, abordando aspectos que envolvam as capacidades de força e flexibilidade de idosas ativas e não ativas. Esta pesquisa caracterizou-se como aplicada, de cunho quantitativo e com objetivo descritivo. Assim, foi classificada de forma empírica do tipo descritiva exploratória. A amostra foi composta por 19 idosas, com idades acima de 60 anos, que foram divididas em dois grupos, sendo o primeiro (Grupo 1), com idosas praticantes de exercícios físicos e o segundo (Grupo 2), por idosas que não praticam exercícios regulares. Para compor o grupo de idosas ativas (Grupo 1), foram selecionadas da Academia A, da cidade de Palhoça, novealunas praticantes de diversas modalidades. Para compor o grupo de idosas não ativas (Grupo 2), foram selecionadas idosas de dois lares de longa permanência, ambos também da cidade de Palhoça. A escolha das participantes foi de forma não-aleatória intencional. Foram avaliadas as capacidades físicas de força e flexibilidade de acordo com o protocolo da bateria de testes funcionais de idosos Senior Fitness Test (SFT), de Rikli e Jones (2008). Para análise dos dados do estudo, foi utilizada a estatística descritiva, apresentando valores de média e desvio padrão, e a classificação dos testes e apresentação dos resultados foram feitas de acordo com as faixas etárias e escores de referência proposto, foi utilizado a forma gráfica no programa Excel.O grupo 1 obteve resultado considerado na média em todos os testes realizados em todas as faixas de idade analisadas e comparadas aos escores de referência, porém, no grupo 2, três, das cinco faixas analisadas obtiveram resultados abaixo da média para os testes de força e todas as faixas de idade com resultados abaixo da média para ambos os testes de flexibilidade. Concluindo então que, o exercício físico pode ser considerado importante para a melhoria das capacidades físicas das idosas, principalmente para a força e flexibilidade, relevantes indicadores de saúde que podem propiciar uma melhor qualidade de vidapt_BR
dc.format.extent51 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofEducação Fisica e Esporte - Pedra Brancapt_BR
dc.subjectIdosaspt_BR
dc.subjectForçapt_BR
dc.subjectFlexibilidadept_BR
dc.subjectAptidão física relacionada à saúdept_BR
dc.subject.otherEducação físicapt_BR
dc.subject.otherAptidão física em idosospt_BR
dc.titleForça e flexibilidade de idosas praticantes e não praticantes de exercícios físicospt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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