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dc.contributor.advisorMeireles, Cíntia Zimmermann
dc.contributor.authorMachado, Jéssica Fretta
dc.coverage.spatialPalhoça- SCpt_BR
dc.date.accessioned2017-07-13T00:09:48Z
dc.date.available2017-07-13T00:09:48Z
dc.date.issued2017
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/2230
dc.descriptionIntroduction: According to the World Health Organization, around 2 billion of individuals have already been in contact with the hepatitis B virus and around 400 million are considered chronic carriers. In Brazil, the North region is considered of high endemicity with a prevalence of 8%.In Santa Catarina, the west of the state is considered an endemic region. By the chronification of the disease, the hepatitis B virus can evolve into cirrhosis and hepatocellular carcinoma. Objective: To evaluate the prevalence in adults and other associated factors to hepatitis B in the city of Águas Mornas, SC. Method: Cross-sectional study, with 334 individuals over 18 years old, interviewed by a sociodemographic and life habits questionnaire and a rapid format test for the HBV. Analysis in SPSS 18.0, using the Qui-square test and p≤0,05. Prevalence ratio with CI of 95%. Approved by the Ethics Committee of UNISUL. Results: The prevalence of the HBV was 2,4%, 1,2 times higher in men and the age group more affected was 46-59 years old. The presence of tattoos showed a 1,5 times higher risk to contract the infection, just as sexual practice (2,6 times higher) and the no condom use. The vaccination coverage was 38,1% and only 0,8% of the vaccinated had hepatitis B. Conclusion: Águas Mornas can be considered an intermediary endemicity region. Sexual practice, tattos and the no condom use were the associated factors found. Immunization of the population is still deficient and prevention of infection needs to be better disseminated and implemented in the city.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: De acordo com a Organização Mundial de Saúde, cerca de 2 bilhões de indivíduos já entraram em contato com o vírus da hepatite B e 400 milhões são considerados portadores crônicos. No Brasil a região Norte é de alta endemicidade com uma prevalência de 8%, em SC, o oeste do Estado é considerado região endêmica da doença. Pela possibilidade de cronificação, a infecção pelo vírus da hepatite B pode evoluir para cirrose e carcinoma hepatocelular. Objetivo: Avaliar a prevalência em adultos e os fatores associados a hepatite B no município de Águas Mornas em SC. Método: Estudo transversal, com 334 indivíduos >18 anos, entrevistados através de questionário sociodemográfico e de hábitos de vida e realização de teste rápido para HBV. Análise no SPSS 18.0, utilização do teste Qui-quadrado e p≤0,05. Razão de prevalência com IC de 95%. Aprovado pelo CEP UNISUL. Resultados: A prevalência de HBV foi de 2,4%, 1,2 vezes maior nos homens e a faixa etária mais acometida foi de 46-59 anos. A presença de tatuagem mostrou risco de 1,5 vezes de contrair a infecção, assim como prática sexual (2,6 vezes) e o não uso de preservativo. A cobertura vacinal foi de 38,1% e apenas 0,8% dos vacinados tinham hepatite B. Conclusão: Águas Mornas pode ser considerada uma região de endemicidade intermediária. A prática sexual, tatuagem e não uso de presevativo foram os fatores associados encontrados. A imunização da população ainda é deficitária e a prevenção da infecção necessita ser melhor divulgada e implementada no município.pt_BR
dc.format.extent49 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofMedicina - Pedra Brancapt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectHepatite Bpt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.titlePrevalência de hepatite B e fatores associados no município de Águas Mornas em Santa Catarinapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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