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dc.contributor.advisorPinto, Gustavo de Araujo
dc.contributor.authorSchirmbeck, Aline Riffel
dc.coverage.spatialUnisul - Pedra Brancapt_BR
dc.date.accessioned2017-07-13T00:15:45Z
dc.date.available2017-07-13T00:15:45Z
dc.date.issued2017
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/2234
dc.descriptionIntroduction: HIV infection has a high incidence in the metropolitan region of Florianópolis and, currently, studies have shown it to be a chronic inflammatory disease with potential association with hypovitaminosis D. Objective: To identify the prevalence and factors associated with hypovitaminosis D in the population with HIV. Methods: A cross-sectional study conducted in the Hospital Regional de São José with 160 HIV patients from January 1, 2015 to December 31, 2016, based on information obtained in medical records. Results: In the studied population, there was a predominance of women (53.1%), aged less than 50 years (70.6%) and Caucasians (87.3%). The prevalence of hypovitaminosis D was 56.3%, 20.6% with deficiency and 35.6% with insufficiency. A statistical association was observed between hypovitaminosis D and renal insufficiency (p = 0.04). It was also observed a protective relationship with tenofovir (p = 0.03) and associative tendency with zidovudine use (p = 0.06).Conclusion: This is one of the first studies on the subject conducted in the southern region of the country, with a prevalence rate of 56%. The results reinforce the importance of monitoring vitamin D levels in patients with HIV, especially those with renal impairment and history of use of zidovudine.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A infecção pelo HIV apresenta alta incidência na região metropolitana de Florianópolis e, atualmente, estudos demonstram ser uma doença de caráter inflamatório crônico com potencial associação com a hipovitaminose D. Objetivo: Identificar a prevalência e os fatores associados à hipovitaminose D na população portadora de HIV. Método: Estudo transversal, realizado no Hospital Regional de São José com 160 pacientes portadores de HIV no período de 01 de Janeiro de 2015 a 31 de Dezembro de 2016, a partir da coleta de informações em prontuários. Resultados: Na população estudada, houve predomínio de pessoas do sexo feminino (53,1%), com idade igual ou inferior a 50 anos (70,6%) e da etnia branca (87,3%). A prevalência de hipovitaminose D encontrada foi de 56,3%, sendo 20,6% com deficiência e 35,6% com insuficiência. Foi encontrada associação estatística entre hipovitaminose D e insuficiência renal (p=0,04). Observou-se também relação protetora com tenofovir (p=0,03)e tendência associativa com uso de zidovudina(p=0,06). Conclusão: Trata-se de um dos primeiros estudos sobre o tema realizados na região Sul do país, com uma taxa de prevalência de 56%. Os resultados reforçam a importância da monitorização dos níveis de vitamina D nos pacientes portadores de HIV, em especial naqueles com insuficiência renal e história de uso de zidovudina.pt_BR
dc.format.extent40 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofMedicina - Pedra Brancapt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectDeficiência de vitamina Dpt_BR
dc.subjectSíndrome da imunodeficiência humana adquirida (AIDS/SIDA)pt_BR
dc.subjectVírus da imunodeficiência humana (VIH/HIV)pt_BR
dc.titleEstudo da prevalência e dos fatores associados à hipovitaminose D na população portadora de HIV na região metropolitana de Florianópolispt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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