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dc.contributor.advisorSoares, Alessandra de Sá
dc.contributor.authorFreitas, Mylara Jost
dc.coverage.spatialTubarãopt_BR
dc.date.accessioned2017-12-07T18:43:25Z
dc.date.available2017-12-07T18:43:25Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/3925
dc.descriptionBackground and objectives: The prevalence of cancer and consequently of pain complaints in Brazil has increased in the last decade. Although the cancer area is showing advances such as the development of medicines and technologies, and pain is considered by the World Health Organization (WHO) as an emergency, it continues to be routine and requires adequate treatment. This study aimed to identify the pain and practices performed for the control of pain by cancer patients treated at the outpatient clinic of a hospital in the south of Santa Catarina. Methods: This cross - sectional study was carried out in the ambulatory oncology sector of a hospital in the south of Santa Catarina. The sample was 119 patients and the data were collected on random days using a data collection form. Statistical analysis was performed in Statistical Product for Service Solutions (SPSS) software. The article followed the rigor of Resolution No. 466/12 of the National Health Council. Results: Of the 119 patients interviewed, 82 (68.9%) had pain. The most prevalent CID (International Code of Diseases) was CID-C50 (malignant neoplasm of breast) with 33 (27.7%) patients. Non-opioid analgesics were the most prevalent drugs in prescriptions and the use of teas was the most prevalent non-pharmacological treatment 35 (42.7%). Conclusion: The study showed a high frequency of pain which can influence the social and personal life of the patient interfering with adherence to the antineoplastic treatment. Elderly patients with diabetes had less pain.pt_BR
dc.description.abstractJustificativa e objetivos: A prevalência do câncer e consequentemente das queixas de dor no Brasil vem aumentando na última década. Embora a área oncológica venha apresentando avanços como o desenvolvimento de medicamentos e tecnologias, e a dor ser considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como emergência, ela continua sendo rotineira e necessitando de tratamento adequado. Este trabalho teve como objetivo identificar a dor e as práticas realizadas para o controle da dor por pacientes oncológicos atendidos no ambulatório de um hospital do sul de Santa Catarina. Métodos: Estudo com delineamento transversal realizado no setor oncológico ambulatorial de um hospital do sul de Santa Catarina. A amostra foi de 119 pacientes e os dados foram coletados em dias aleatórios com auxílio de formulário de coleta de dados. A análise estatística foi realizada no software Statistical Product for Service Solutions (SPSS). O artigo seguiu os rigores da resolução nº 466/12 do Conselho Nacional de Saúde. Resultados: Dos 119 pacientes entrevistados 82 (68,9%) sentiam dor. O CID (Código Internacional de Doenças) de maior prevalência foi o CID-C50 (neoplasia maligna de mama) com 33 (27,7%) pacientes. Os analgésicos não opióides foram os medicamentos mais prevalentes nas prescrições e o uso de chás foi o tratamento não farmacológico 35 (42,7%) mais prevalente. Conclusão: O estudo mostrou uma alta frequência de dor o que pode influenciar na vida social e pessoal do paciente interferindo na adesão ao tratamento antineoplásico. Pacientes idosos e com diabetes apresentaram menos dor.pt_BR
dc.format.extent37 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofFarmácia - Tubarãopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectDorpt_BR
dc.subjectNeoplasiapt_BR
dc.subjectAmbulatório hospitalarpt_BR
dc.titleIdentificação da dor e dos medicamentos paliativos utilizados por pacientes oncológicospt_BR
dc.title.alternativeIdentification of pain and palliative medicines used by oncological patientspt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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