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dc.contributor.advisorMessa, Fábio de Carvalho
dc.contributor.authorRusso, Antônio Ricardo Rosa
dc.coverage.spatialPalhoçapt_BR
dc.date.accessioned2018-01-17T17:10:53Z
dc.date.available2018-01-17T17:10:53Z
dc.date.issued2009pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/4529
dc.descriptionThis work presents a reflection about to do jornalistic, questions explications about subject’s and object’s. Explanation who the object’s is necessary to jornalist’s for sustent the professional discursive in this activity. The result for the text is the same. In the language filosofy, in the literary teory the Mikhail Bakhtin, the explication’s to the jornalistic. In this case the jornalist text is aplication the new concept of parody, paraphrase and estilization. The finality is a revelation whith jornalist don’t is the fact and exist the paraphrase in the fact. The exemple this is a Otto Lara Resende in the jornaly Folha de S.Paulo. Another this show that news tendent’s in the jornalistic, exemple is news paper Veja to do the text postmoderm. Show that tôo the exportive cronic, who the Ruy Carlos Ostermann na Nelson Rodrigues, cronist’s with use the subject in this workspt_BR
dc.description.abstractEste trabalho apresenta uma reflexão sobre o fazer jornalístico, especialmente busca questionar as explicações baseadas no binômio subjetividade e objetividade. Buscamos mostrar como a objetividade tornou-se obsessiva aos jornalistas como forma de sustentarem o discurso do profissional e como parâmetro desta atividade. O resultado para o texto em si é a padronização, dentro do fenômeno chamado de clichetização. Buscamos na filosofia da linguagem, na teoria literária de Mikhail Bakhtin, um embasamento teórico que sustente uma nova explicação para esses textos. Desse modo, dimensionamos o texto jornalístico aos conceitos de paráfrase, estilização, apropriação e paródia. A finalidade é revelar que a busca insana do jornalista não é pelo fato, mas pela reprodução dele, chamada aqui de paráfrase do fato. Desse modo, o jornalista deve aceitar a subjetividade como inerente a qualquer atividade humana, especialmente se perpassada pela linguagem e empregar esses recursos literários no seu texto, a fim de qualificá-lo e fugir da padronização. Isso foi justamente o que fez Otto Lara Resende na experiência que teve na página 2 da Folha de S. Paulo. Além disso, tentamos mostrar algumas tendências modernas, especialmente numa análise da revista Veja, na qual qualificamos de jornalismo pós-moderno, no qual os personagens históricos são remontados pela técnica do pastiche. Empregamos também a crônica esportiva, nos exemplos de Ruy Carlos Ostermann e Nelson Rodrigues, cronistas que souberam como poucos explorar toda a subjetividade e técnicas literárias para abordar um assunto às vezes árido e técnico. Nosso objeto central de trabalho é a mídia impressa, mais propriamente os grandes jornais brasileiros. Essa escolha se dá pelo fato da discussão acerca do futuro dos jornais impressos. Tentamos apresentar uma perspectiva para isso por meio de nova abordagem, fugindo do texto essencialmente técnico nas páginas informativaspt_BR
dc.format.extent106 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Linguagempt_BR
dc.subjectJornalismo impressopt_BR
dc.subjectObjetividadept_BR
dc.subjectSubjetividadept_BR
dc.subjectParáfrase e paródiapt_BR
dc.titleA canção jornalística concerto de vozes no texto jornalísticopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.areaLinguística, Letras e Artespt_BR


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