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dc.contributor.advisorFarias, Deisi Scunderlick Eloy dept_BR
dc.contributor.authorZamparetti, Bruna Cataneopt_BR
dc.date.accessioned2016-11-30T14:52:49Z
dc.date.available2016-11-30T14:52:49Z
dc.date.issued2014
dc.identifier1706pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/467
dc.description.abstractO Sambaqui Cabeçuda 01, pertencente ao município de Laguna/SC, datado de ±4120 AP, tem sofrido todo tipo de interferência ao longo do tempo, a começar por grupos ceramistas Jê, migrantes do centro-oeste brasileiro, e, posteriormente, pelos grupos ceramistas Tupi, migrantes da Amazônia. Esses dois grupos utilizaram esse sítio para assentamentos rápidos ou para o desenvolvimento de seus rituais. Com a vinda dos europeus, no século XVI, o sambaqui foi muito utilizado nas construções de estruturas urbanas, sendo esse tipo de atividade desenvolvido até o século XX, quando seu uso foi ampliado para aterros de estradas de ferro e de rodagem. Devido à sua magnitude, sempre chamou atenção, e por isso diversos pesquisadores brasileiros e estrangeiros realizaram investigações, interferindo na estrutura do sítio. Atualmente, está sendo escavado por uma equipe interinstitucional do Museu Nacional/UFRJ, MAE/USP e Grupep-Arqueologia/UNISUL, envolvendo estudantes e professores das três instituições. Todas essas ações, de alguma maneira, são responsáveis pela alteração do sambaqui. Percebe-se, ao longo da história, que esse monumento foi sendo (re)significado pelos diversos grupos que dele se apropriaram. Esse movimento promoveu momentos de destruição e de preservação, gerando tanto um ambiente tensionado (destruição) quanto protegido. Diante disso, questionou-se como ocorreram esses processos de (re)significação e resiliência pelos quais passou o sítio arqueológico Sambaqui Cabeçuda 01, no município de Laguna/SC, da década 30 do século XX até os dias de hoje. Objetiva-se, assim, compreender como os diversos grupos humanos que atuaram e atuam sobre o sítio arqueológico provocaram a sua ¿resiliência¿.pt_BR
dc.description.abstractThe Sambaqui Cabeçuda 01, in the city of Laguna / SC, dated 4120 ± A.P has suffered every kind of interference over time, starting with potters Jê groups, migrants from central-western Brazil, through the potters Tupi groups, migrants Amazon, these two groups used this site for quick settlements or the development of their rituals. With the coming of the europeans in the sixteenth century, sambaqui was widely used in construction of urban structures, and this type of activity performed until the twentieth century, when its use was expanded to landfills railways and road. Due to its magnitude always drew attention, and so many brazilian and foreign researchers conducted investigations, influencing the structure of the site. He is currently being excavated by an interagency team from the National Museum / UFRJ, MAE / USP and GRUPEP-Archaeology / UNISUL involving students and faculty from the three institutions. All these actions somehow are responsible for changing the sambaqui. It is perceived throughout history, that this monument (re) was being signified by the various groups that it has appropriated. This movement promoted moments of destruction and preservation, creating both a stressed environment (destruction) while protected. Therefore, we questioned how these processes of (re)signification and resilience they passed the archaeological site Sambaqui Cabeçuda 01 in the city of Laguna / SC decade of the 30th century until the present day occurred. The objective was to understand how different groups of people who acted and act on the archaeological site, caused his "resilience".en
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectArqueologiapt_BR
dc.subjectPatrimônio culturalpt_BR
dc.subjectReferência (Linguística)pt_BR
dc.titleSambaqui cabeçuda 01pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.isReferencedByDissertação (mestrado)pt_BR
dc.hasPart109595_Bruna.pdfpt_BR
dc.subject.areaLinguística, Letras e Artespt_BR


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