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dc.contributor.advisorMoraes, Heloisa Juncklaus Preis
dc.contributor.authorOsnildo, Reginaldo
dc.coverage.spatialTubarãopt_BR
dc.date.accessioned2018-06-06T20:08:12Z
dc.date.available2018-06-06T20:08:12Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/4890
dc.descriptionThis dissertation proposes to analyze the strengthening of the image of the villain through the expressed fear in the technologies of the imaginary. Parameter, emphasizes printed journalism as a technology and delimitation of Durandian mitochristic (1998) as a methodological support for the analysis of titles in the series of reports The Mafia of the chains, published in the Diário Catarinense between April 12 and 17, 2013, chosen object. It brings journalistic techniques for understanding the imaginary of journalism, strengthening the image of the villain exemplified by the legend of the outlaw Robin Hood and an image of the criminal forged by the expression The Mafia of the chains. To contextualize a perspective of the anthropology of the imaginary, proposed by Durand (2012), which points out the anthropological path and an existential anguish of man, some concepts of fear are cut out. Finally, an approximation of the director myth is made - from chaos to the cosmos - with notes of the mitochristic applied to the object. Specifically, this dissertation focuses on the use of the expression of fear in the sensitization of journalistic work, in order to contribute to understanding the image of the villain in the technologies of the imaginary, identifying the myth of chaos as the leading myth behind of the reporting area, rather than journalism itself.pt_BR
dc.description.abstractEsta dissertação propõe analisar o fortalecimento da imagem do vilão mediante o medo expresso nas tecnologias do imaginário. Para isso, enfatiza o jornalismo impresso como uma destas tecnologias e delimita a mitocrítica durandiana (1998) como suporte metodológico para a análise dos títulos da série de reportagens A máfia das cadeias, veiculada no Diário Catarinense entre 12 e 17 de abril de 2013, objeto escolhido. Traz-se as técnicas jornalísticas para a compreensão do imaginário do jornalismo, o fortalecimento da imagem do vilão exemplificado pela lenda do fora da lei Robin Hood e a imagem do criminoso forjada pela expressão A Máfia das cadeias. Para contextualizar a perspectiva da antropologia do imaginário, proposta por Durand (2012), que aponta o trajeto antropológico e a angústia existencial do homem, recortam-se alguns conceitos de medo. Por fim, é feita a aproximação do mito diretor – do caos aos cosmos –, com apontamentos da mitocrítica aplicada ao objeto. De maneira específica, esta dissertação atenta para a utilização da expressão do medo na sensibilização do fazer jornalístico, de modo a contribuir para o entendimento do fortalecimento da imagem do vilão nas tecnologias do imaginário, identificando o mito do caos como sendo o mito diretor por trás da referida série de reportagens, quiçá do próprio jornalismo.pt_BR
dc.format.extent114 fpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Linguagempt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectTecnologias do imagináriopt_BR
dc.subjectMedopt_BR
dc.subjectVilãopt_BR
dc.titleAnálise do fortalecimento da imagem do vilão mediante o medo expresso nas tecnologias do imagináriopt_BR
dc.title.alternativeAnalysis of the strengthening of the image of the villain through the express fear in the technologies of the imaginarypt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.areaLinguística, Letras e Artespt_BR


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