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dc.contributor.advisorMaliska, Maurício Eugênio
dc.contributor.authorCarpes, Maria Cristina
dc.coverage.spatialFlorianópolispt_BR
dc.date.accessioned2018-10-02T13:06:58Z
dc.date.available2018-10-02T13:06:58Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/5717
dc.descriptionRÉSUMÉ Cette thèse essaye d'analyser la violence du langage dans la constitution psychique de l'infans, comme opérateur nécessaire pour l'entrée du langage dans l´infans et sa constitution en tant que sujet de désir. La violence du langage en question est la langue maternelle qui se joint à l'infans, comme un excès, que on affecte et impose des changements, mais aussi exige un travail psychique pour rendre compte de ce qui se passe et que on constitue. Dans cette analyse, il y a un chemin métapsychologique des concepts psychanalytiques de traumatismes, pulsion et de représentation, pour présenter à l'analyse lalangue - concept introduit par Lacan – comme de l'ordre de la violence du langage, où la mère vocalise au infans les excès d'une langue dans lequel le réel forclus le sens de la parole. La violence du langage est également analysée du point de vue de Piera Aulagnier. La violence primaire se passe dans un moment de la vie de l´infans, où il n'y a pas d'entrée du signifiant maternelle, car dans le processus d'origine il n'y a pas de trace, il y a impression. Lá on pourrait penser à un moment du fonctionnement psychique, où le réel montre une prédominance de la présence, dans l'action constante. En plus des liens théoriques, il a été également présenté des fragments cliniques pour montrer l'émergence de la violence du langage dans l'espace psychanalytique, ainsi que les opérateurs cliniques pour travailler avec le reel de la langue.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Esta tese trata de analisar a violência da linguagem na constituição psíquica do infans, como um operador necessário para o ingresso da linguagem no infans e a sua constituição como sujeito de desejo. A violência da linguagem, em questão, é a linguagem materna que ingressa no infans, como um excesso, que o afeta e impõe modificações, como também, exige um trabalho psíquico para dar conta disso que lhe acontece e que o constitui. Nesta análise, faz-se um percurso metapsicológico dos conceitos psicanalíticos do trauma, pulsão e representação, para apresentar à análise a lalangue – conceito introduzido por Lacan – como da ordem da violência da linguagem, em que a mãe vocaliza ao infans os excessos de uma língua materna, em que o real forclui o sentido da fala. A violência da linguagem também é analisada na perspectiva de Piera Aulagnier. A violência primária ocorre num momento da vida do infans em que não há ingresso do significante materno, pois, no processo originário, não há traço, há impressão. Aí se pôde pensar em um momento de funcionamento psíquico, em que o real se mostra numa predominância da presença, em constante ação. Além das articulações teóricas, também são apresentados fragmentos clínicos, para mostrar a emergência da violência da linguagem no espaço psicanalítico, além dos operadores clínicos para operar com o real da língua.pt_BR
dc.format.extent173 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Linguagempt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectViolência da linguagempt_BR
dc.subjectInscrição psíquicapt_BR
dc.subjectInfanspt_BR
dc.titleA violência da linguagem na inscrição psíquica no infanspt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.areaLinguística, Letras e Artespt_BR


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