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dc.contributor.advisorBianchini, Ney
dc.contributor.authorCunha, Gustavo Alvares
dc.coverage.spatialUnisulpt_BR
dc.date.accessioned2018-10-16T13:16:49Z
dc.date.available2018-10-16T13:16:49Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/5744
dc.description.abstractJustificativa e objetivos: Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística estimam que a faixa etária igual ou superior a 60 anos, será de aproximadamente 73,5 milhões de pessoas em 2060. Entre 80 e 90 anos, as mudanças fisiológicas tornam-se mais evidentes, há maior fragilidade física e o suporte pessoal se faz necessário. Abordagens cirúrgicas passaram a ser rotina terapêutica das patologias que acometem esse novo perfil epidemiológico. Apesar de esperada, a dor é subvalorizada, subtratada e subdiagnosticada, pelos profissionais que prestam assistência e pelo próprio paciente. A dor é importante fator desencadeante das possíveis complicações cirúrgicas. O tratamento da dor pós-operatória em idosos precisa alcançar equilíbrio mais minucioso comparado à população jovem. No entanto, não há mudanças fisiológicas na percepção dolorosa por pessoas idosas. O estudo teve como objetivo conhecer a prescrição analgésica no primeiro pós-operatório em pacientes com idade igual ou superior a oitenta anos, em hospital do sul de Santa Catarina. Metodologia: A pesquisa foi observacional. Dados foram coletados no sistema de prontuários eletrônicos (Tasy Philips®). Foram incluídos pacientes com idade igual ou superior a oitenta anos, submetidos a cirurgia no Hospital Nossa Senhora da Conceição e que realizaram terapia analgésica no primeiro pós-operatório. Foram excluídos os pacientes sedados, com nível de consciência rebaixado ou confusos. Resultados: Foram analisadas 157 prescrições. Sexo feminino apresentou predominância (59,2%). A média de idade foi 85,2 anos. A média de diferentes fármacos empregados foi 3,46 (DP ±1,27), pertencendo a 3 classes medicamentosas distintas (DP ±1). O uso mais frequente foram 3, em 53 prontuários. Conclusão: As classes farmacêuticas mais empregadas foram por ordem, analgésico simples, opioide e anti-inflamatório não esteroidal, juntos em 41 prescrições. Com o levantamento realizado, conclui-se que as classes medicamentosas mais empregadas no primeiro pós-operatório na população de estudo foram os analgésicos simples, opioides fracos, adjuvantes e AINE.pt_BR
dc.format.extent16 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofMedicina - Tubarãopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectIdosospt_BR
dc.subjectPrescriçãopt_BR
dc.subjectAnalgesiapt_BR
dc.subjectPós operatóriopt_BR
dc.titlePerfil da prescrição analgésica no primeiro pós operatório em maiores de oitenta anospt_BR
dc.title.alternativeProfile of analgesic prescription in the first postoperative period in over eighty yearspt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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