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dc.contributor.advisorMorales, Aran Bey Tcholokian
dc.contributor.authorReis, Claudio
dc.coverage.spatialFlorianópolispt_BR
dc.date.accessioned2018-12-05T20:57:12Z
dc.date.available2018-12-05T20:57:12Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/5984
dc.description.abstractA transparência e o acesso à informação nunca estiveram tão em evidência em nossa sociedade. Prova disso é um sem-número de observatórios sociais (organizações da Sociedade Civil que tem por objetivo a fiscalização de órgãos públicos como prefeituras, por exemplo) existentes. No Brasil, os órgãos públicos nas esferas Federal, Estadual e Municipal e no âmbito dos Três Poderes, devem disponibilizar seus dados para garantia da transparência e o acesso à informação à toda a população. No entanto, por serem assuntos relativamente novos, existe muita dificuldade em obter informação, mesmo que o acesso a estes dados seja regulamentado por lei. Na alçada do Judiciário, quem garante o acesso à informação e à transparência é o Conselho Nacional de Justiça mais conhecido como CNJ. É ele que por instrumentos legais, chamados de Resoluções, dá visibilidade ao trabalho e gastos deste importante Poder Constituído da República. “Com a Lei de Acesso, a publicidade tornou-se a regra e o sigilo, a exceção”, lê-se no site do CNJ. A Resolução 219/2016 do CNJ trata sobre a disposição e ocupação de cargos nas unidades judiciárias que compõem os tribunais de justiça pelo país. Esta resolução permite à Sociedade Civil Catarinense, ter acesso aos dados que tratam da distribuição pelas comarcas catarinenses do quadro de pessoal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Apesar da facilidade de acesso aos dados, há uma dificuldade de se obter informação. Este projeto coletou dados nas tabelas definidas pela Resolução 219/2016 do CNJ com o objetivo de transforma-los em informação. Estes dados foram “encaixados” em um modelo dimensional, utilizando-se os conceitos de Business Intelligence, que permitisse a visualização e inferências de informações relevantes no Portal de Acesso à Informação e Transparência – Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. A ferramenta Power BI da Microsoft foi utilizada como forma de apresentação destas informações. Este projeto facilitou o acesso a informações que estavam “escondidas” dentro dos dados disponíveis nas TLPs, por meio de visualizações e inferências criadas, executando assim sua proposta inicial de transformar dados em informações que pudessem ser facilmente alcançadas e facilitar a transparência ao cidadão.pt_BR
dc.format.extent78 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofSistemas de Informação - Florianópolispt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectBusiness intelligencept_BR
dc.subjectAcesso à informaçãopt_BR
dc.subjectTransparênciapt_BR
dc.subjectCNJpt_BR
dc.subjectResolução 219/2016pt_BR
dc.subjectTJSCpt_BR
dc.subjectModelo dimensionalpt_BR
dc.subjectSistema de apoio à decisãopt_BR
dc.titleUma arquitetura de BI: portal de acesso à informação e transparência do TJSC– gestão de pessoaspt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.subject.areaCiências Exatas e da Terrapt_BR


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