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dc.contributor.advisorSchütz, Elinai de Souza Freitas
dc.contributor.authorSchütz, Thiago Luciano
dc.coverage.spatialPalhoçapt_BR
dc.date.accessioned2018-12-08T12:35:47Z
dc.date.available2018-12-08T12:35:47Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/6038
dc.description.abstractA hidroginástica virou moda na década de 1980 e, desde então, vem ganhando novos adeptos. É uma atividade em que predominam os exercícios aeróbicos realizados dentro da piscina. Entre seus benefícios, destacam-se manutenção da saúde, melhora da capacidade aeróbica, resistência cardiorrespiratória, resistência, força muscular e flexibilidade. Sendo assim, como todo exercício físico regular, pode influenciar a motivação, autoimagem e autoestima de seus praticantes. Este estudo descritivo tem como objetivo analisar a motivação, autoimagem e autoestima de idosos praticantes de hidroginástica em uma academia no Município de Palhoça-SC. Participaram 15 idosos praticantes de hidroginástica. Foram considerados critérios de inclusão: possuir 60 anos ou mais e frequentar as aulas no mínimo duas vezes na semana e como exclusão: não comparecer as aulas, e não devolver o questionário respondido no prazo. Os instrumentos utilizados foram o questionário de autoimagem e autoestima desenvolvido por Steglich (1978), por ser mais confiável, visto que foi desenvolvido e validado especificamente para idosos brasileiros, permitindo assim, a avaliação das mesmas de forma mais completa incluindo perguntas relativas aos dados de identificação como: sexo, idade, estado civil, o tempo de prática da hidroginástica e se a pessoa pratica outro tipo de atividade física, essas perguntas já utilizadas no estudo de Mazo et al (2006). Os dados foram tabulados no excel e com relação à motivação, 13.3% (2) dos sujeitos encontram-se motivados intrinsecamente e 86.6% (13) classificados como motivação extrínseca, entre os motivos de permanecia nove (9) se relacionavam a questões de saúde, e seis (6) sujeitos relataram em suas respostas relação ao prazer adquirido com a prática da modalidade. Para autoimagem e autoestima verificou-se uma pontuação média de 136 para autoestima, e 149 para autoimagem, que classifica a autoestima como baixa e alta autoimagem. Isso é de grande importância para que o profissional de Educação Física possa intervir em suas aulas, motivando a prática e a permanência dos idosos em programas de exercícios físicos, planejando atividades que possam contribuir para a melhora da autoestima dos idosos, destacando que a prática regular de exercício físico pode contribuir para que os idosos sintam-se bem, alegres, confiantes e saudáveis, isso causa uma melhora na sua autoimagem. Sugere-se que os próximos estudos busquem um número maior de participantes e que se possa fazer um acompanhamento na transformação dos motivos e classificação da autoimagem e autoestima dos idosos ao longo da sua permanência em programas de hidroginástica.pt_BR
dc.format.extent25 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofEducação Física Bacharelado - Pedra Brancapt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectHidroginásticapt_BR
dc.subjectIdosopt_BR
dc.subjectMotivaçãopt_BR
dc.subjectAutoestimapt_BR
dc.subjectAutoimagempt_BR
dc.titleMotivação, autoimagem e autoestima de idosos praticantes de hidroginástica em uma academia em Palhoça-SCpt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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