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dc.contributor.advisorArdenghi, Régis Schneiderpt_BR
dc.contributor.authorGarcia, Telmapt_BR
dc.date.accessioned2016-11-30T14:59:39Z
dc.date.available2016-11-30T14:59:39Z
dc.date.issued2012
dc.identifier1158pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/690
dc.description.abstractO alto nível de desenvolvimento das sociedades atuais e das indústrias a que elas pertencem gera um aumento do incentivo à pesquisa e à busca por novas tecnologias que poderão ser patenteáveis ou não. Neste contexto surge o know-how, o qual é entendido como conjunto de conhecimentos agregados e não patenteados cuja posse gera, para seu detentor, vantagem econômica, são conhecimentos transmitidos por meio de contratos e que possuem caráter sigiloso. Analisa-se neste trabalho a exploração econômica, exclusivamente no Brasil, da cláusula de sigilo presente nestes contratos e o seu reconhecimento à luz do entendimento do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), órgão responsável por sua averbação e que atualmente encontra-se em desconformidade com a legislação tributária. Também é analisada a exploração econômica do know-how em decorrência da violação de sua cláusula de sigilo através dos crimes de espionagem industrial ou do crime de concorrência desleal, podendo, este último, ser praticado pelo empregado ou pelo do concorrentept_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofDireito - Florianópolis
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDireito civilpt_BR
dc.subjectContratospt_BR
dc.titleContratos de know-howpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.isReferencedByMonografia (Graduação em Direito)pt_BR
dc.hasPart105652_Telma.pdfpt_BR
dc.subject.areaCiências Sociais Aplicadaspt_BR


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