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dc.contributor.authorAnselmo Júnior, Emídio
dc.contributor.authorDall'Stella, Daniel Kolczycki
dc.contributor.authorAraújo, Jane Martins de
dc.contributor.authorSouza, Everson da Silva
dc.contributor.authorSchuelter-Trevisol, Fabiana
dc.coverage.spatialFlorianópolispt_BR
dc.date.accessioned2019-07-25T19:55:25Z
dc.date.available2019-07-25T19:55:25Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifieroutubro-dezembropt_BR
dc.identifier.issn1806-4280pt_BR
dc.identifier.other4pt_BR
dc.identifier.other4pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/7880
dc.descriptionOBJECTIVE: Sepsis is a highly prevalent syndrome in intensive care units, associated with a high mortality rate with late diagnosis. The objective of this study was to determine the incidence and epidemiological profile of nosocomial sepsis, associated risk factors and the source of the infection that could aid in the creation or inclusion of preventable measures METHODS: Retrospective cohort design. The infection notification sheets available from the Hospital Infection Control Commission were supplemented with data from the electronic records of patients admitted to the intensive care unit in the year 2013. RESULTS: There were 1,345 patients admitted to the ICU in the year 2013 and 130 cases of sepsis among 96 patients, resulting in an incidence rate of 9.7%. The majority of cases occurred among men (67.7%) and the mean age was 62 ± 16.4 years. The length of hospital stay had a median of 36.5 days. The most common source of infection was the respiratory tract (56.2%), followed by the urinary tract (17.7%). Of the total, 44.3% patients died. CONCLUSION: The study had a low incidence of nosocomial sepsis, however, the cases had a high hospital stay with a high mortality rate.pt_BR
dc.description.abstractassociada a uma alta taxa de mortalidade com o diagnóstico tardio. O objetivo desse estudo foi determinar a incidência e perfil epidemiológico de sepse nosocomial, fatores de risco associados e a fonte da infecção que possam auxiliar na criação ou inclusão de medidas preveníveis. MÉTODOS: Estudo observacional com delineamento de coorte histórica. Foram revisadas as fichas de notificação de infecção disponíveis na Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, complementados com dados dos prontuários eletrônicos dos pacientes internados na unidade de terapia intensiva no ano de 2013. RESULTADOS: Houve 1.345 pacientes internados na UTI no ano de 2013 e 130 casos de sepse entre 96 pacientes, resultando numa taxa de incidência de 9,7%. A maioria dos casos ocorreu entre homens (67,7%) e a média de idade foi de 62±16,4 anos. O tempo de permanência hospitalar teve uma mediana de 36,5 dias. A fonte de infecção mais comum foi o trato respiratório (56,2%), seguido do trato urinário (17,7%). Do total, 44,3% dos pacientes foram a óbito. CONCLUSÃO: O estudo teve uma baixa incidência de sepse nosocomial, entretanto, os casos apresentaram alto tempo de permanência hospitalar com elevado índice de mortalidade.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão há.pt_BR
dc.format.extent17-26pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofseries46pt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectSepsept_BR
dc.subjectInfecção hospitalarpt_BR
dc.subjectUnidades de terapia intensivapt_BR
dc.titleIncidência de sepse nosocomial em adultos de uma unidade de terapia intensiva, Tubarão (SC), em 2013pt_BR
dc.title.alternativeIncidence of nosocomial sepsis among hospitalized patients in an intensive care unit, Tubarão, (SC), in 2013pt_BR
dc.typeArtigo de Periodicopt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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