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dc.contributor.advisorLobo, Adriana Soares
dc.contributor.authorGertrudes, Marina Mendes
dc.coverage.spatialPalhoçapt_BR
dc.date.accessioned2019-09-18T19:22:23Z
dc.date.available2019-09-18T19:22:23Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.riuni.unisul.br/handle/12345/8157
dc.descriptionObjective: Describe the work routine, the quality of food and the nutritional status of nurses and nursing technicians working in a hospital in the city of Florianópolis-SC Methods: Descriptive/quantitative cross-sectional study. Sample consisting of 147 individuals, aged between 20 and 59 years, of both sexes. A questionnaire sheet containing two sections was applied: the first one about sociodemographic data and work routines, and the second with the "Food Test" instrument of the Ministry of Health to evaluate the quality of food. Procedures of descriptive and inferential statistics were adopted. Results: The majority of the evaluated had training of technician in nursing (72.1%) and reported to perform daytime work (85.5%). However, the most frequent work scale was 12/36 hours (80.3%) and 45.5% reported that they performed in a shift way. The most prevalent nutritional status was eutrophic (44.9%), but in addition to the prevalence of overweight and obesity, it was observed that most of them presented some degree of overweight (54.4% in total). Among men, three-quarters were overweight. The overall mean of the food test points was 34.8 ± 6.4 points, ranging from 18 to 49 points. The highest classifications refer to the consumption of sausages and fries (2.4 ± 1.2), cakes and soft drinks (2.5 ± 1.2), salt (2.5 ± 1.1) and carbohydrates (2.6 ± 1.6). The lowest values are associated with fruit consumption (1.4 ± 1.0), vegetables (1.4 ± 1.0), fish (1.5 ± 0.9) and milk and daries (1, 6 ± 0.9). About the evaluated ones, 16.3% presented score that indicated "need to improve the food" according to the Food Test, and most (71.4) scored for a "regular" food quality. No associations were found between the work routines (shifts, schedules and work scales) and the quality of the food. Conclusion: Although no association was found between the characteristics of the work routine and the quality of nursing and nursing technicians' feeding, overweight affects a large part of the population, which significantly compromises their quality of life.pt_BR
dc.description.abstractObjetivo: descrever a rotina de trabalho, a qualidade da alimentação e o estado nutricional dos enfermeiros e técnicos de enfermagem que trabalham em um hospital do município de Florianópolis-SC Métodos: estudo descritivo/quantitativo de corte transversal. Amostra constituída por 147 indivíduos, com idades entre 20 a 59 anos, de ambos os sexos. Aplicou-se um questionário contendo duas seções: a primeira acerca de dados sociodemográficos e rotinas de trabalho, e a segunda com o instrumento “Teste Alimentar” do Ministério da Saúde para avaliação da qualidade da alimentação. Foram adotados procedimentos de estatística descritiva e inferencial. Resultados: a maioria dos avaliados possuía formação de técnico em enfermagem (72,1%) e relatou exercer trabalho diurno (85,5%). No entanto, a escala de trabalho mais frequente foi a de 12/36 horas (80,3%) e 45,5% relataram que realizavam plantões. O estado nutricional mais prevalente foi o de eutrofia (44,9%), mas somadas as prevalências de sobrepeso e obesidade, observou-se que a maior parte apresentou algum grau de excesso de peso (54,4% no total). Entre os homens, três quartos estavam com excesso de peso. A média geral de pontos do teste alimentar foi de 34,8±6,4 pontos, variando de 18 a 49 pontos. As classificações mais elevadas referem-se ao consumo de embutidos e frituras (2,4±1,2), de bolos e refrigerantes (2,5±1,2), de sal (2,5±1,1) e carboidratos (2,6±1,6). As mais baixas estão associadas ao consumo de frutas (1,4±1,0), de legumes e verduras (1,4±1,0), de peixes (1,5±0,9) e leite e derivados (1,6±0,9). Do total dos avaliados, 16,3% apresentaram pontuação que indica “necessidade de melhorara a alimentação” segundo o Teste Alimentar, e a maior parte (71,4%) obtive pontuação referente a uma qualidade de alimentação “regular”. Não foram encontradas associações entre as rotinas de trabalho (turnos, horários e escalas de trabalho) e a qualidade da alimentação. Conclusão: apesar de não ter sido encontrada associação entre características da rotina de trabalho e a qualidade da alimentação de enfermeiros e técnicos de enfermagem, o excesso de peso atinge grande parte dessa população, comprometendo, sobremaneira, a sua qualidade de vida.pt_BR
dc.format.extent40 f.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofNutrição - Pedra Brancapt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.subjectRotina de trabalhopt_BR
dc.subjectQualidade alimentarpt_BR
dc.titleRotina de trabalho, qualidade da alimentação e estado nutricional dos profissionais de enfermagem de um hospital de Florianópolis/SCpt_BR
dc.title.alternativeWork routine, quality of feeding and nutritional status of nursing professionals of a hospital in the municipality of Florianópolis/SCpt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR


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